terça-feira, 30 de setembro de 2014

MENSAGEM DE AMOR



"Só se vence o ódio ou a indiferença com o poder da invenção do amor em dar inesperadamente muito mais do que foi perdido."
 (Anônimo)

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

SALMO 119


1. BEM-AVENTURADOS os retos em seus caminhos, que andam na lei do SENHOR.
2. Bem-aventurados os que guardam os seus testemunhos, e que o buscam com todo o coração.
3. E não praticam iniquidade, mas andam nos seus caminhos.
4. Tu ordenaste os teus mandamentos, para que diligentemente os observássemos.
5. Quem dera que os meus caminhos fossem dirigidos a observar os teus mandamentos.
6. Então não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos.
7. Louvar-te-ei com retidão de coração quando tiver aprendido os teus justos juízos.
8. Observarei os teus estatutos; não me desampares totalmente.
9. Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra.
10. Com todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos.
11. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.
12. Bendito és tu, ó SENHOR; ensina-me os teus estatutos.
13. Com os meus lábios declarei todos os juízos da tua boca.
14. Folguei tanto no caminho dos teus testemunhos, como em todas as riquezas.
15. Meditarei nos teus preceitos, e terei respeito aos teus caminhos.
16. Recrear-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra.
17. Faze bem ao teu servo, para que viva e observe a tua palavra.
18. Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei.
19. Sou peregrino na terra; não escondas de mim os teus mandamentos.
20. A minha alma está quebrantada de desejar os teus juízos em todo o tempo.
21. Tu repreendeste asperamente os soberbos que são amaldiçoados, que se desviam dos teus mandamentos.
22. Tira de sobre mim o opróbrio e o desprezo, pois guardei os teus testemunhos.
23. Príncipes também se assentaram, e falaram contra mim, mas o teu servo meditou nos teus estatutos.
24. Também os teus testemunhos são o meu prazer e os meus conselheiros.
25. A minha alma está pegada ao pó; vivifica-me segundo a tua palavra.
26. Eu te contei os meus caminhos, e tu me ouviste; ensina-me os teus estatutos.
27. Faze-me entender o caminho dos teus preceitos; assim falarei das tuas maravilhas.
28. A minha alma consome-se de tristeza; fortalece-me segundo a tua palavra.
29. Desvia de mim o caminho da falsidade, e concede-me piedosamente a tua lei.
30. Escolhi o caminho da verdade; propus-me seguir os teus juízos.
31. Apego-me aos teus testemunhos; ó SENHOR, não me confundas.
32. Correrei pelo caminho dos teus mandamentos, quando dilatares o meu coração.
33. Ensina-me, ó SENHOR, o caminho dos teus estatutos, e guardá-lo-ei até o fim.
34. Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei, e observá-la-ei de todo o meu coração.
35. Faze-me andar na vereda dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer.
36. Inclina o meu coração aos teus testemunhos, e não à cobiça.
37. Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade, e vivifica-me no teu caminho.
38. Confirma a tua palavra ao teu servo, que é dedicado ao teu temor.
39. Desvia de mim o opróbrio que temo, pois os teus juízos são bons.
40. Eis que tenho desejado os teus preceitos; vivifica-me na tua justiça.
41. Venham sobre mim também as tuas misericórdias, ó SENHOR, e a tua salvação segundo a tua palavra.
42. Assim terei que responder ao que me afronta, pois confio na tua palavra.
43. E não tires totalmente a palavra de verdade da minha boca, pois tenho esperado nos teus juízos.
44. Assim observarei de contínuo a tua lei para sempre e eternamente.
45. E andarei em liberdade; pois busco os teus preceitos.
46. Também falarei dos teus testemunhos perante os reis, e não me envergonharei.
47. E recrear-me-ei em teus mandamentos, que tenho amado.
48. Também levantarei as minhas mãos para os teus mandamentos, que amei, e meditarei nos teus estatutos.
49. Lembra-te da palavra dada ao teu servo, na qual me fizeste esperar.
50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.
51. Os soberbos zombaram grandemente de mim; contudo não me desviei da tua lei.
52. Lembrei-me dos teus juízos antiquíssimos, ó SENHOR, e assim me consolei.
53. Grande indignação se apoderou de mim por causa dos ímpios que abandonam a tua lei.
54. Os teus estatutos têm sido os meus cânticos na casa da minha peregrinação.
55. Lembrei-me do teu nome, ó SENHOR, de noite, e observei a tua lei.
56. Isto fiz eu, porque guardei os teus mandamentos.
57. O SENHOR é a minha porção; eu disse que observaria as tuas palavras.
58. Roguei deveras o teu favor com todo o meu coração; tem piedade de mim, segundo a tua palavra.
59. Considerei os meus caminhos, e voltei os meus pés para os teus testemunhos.
60. Apressei-me, e não me detive, a observar os teus mandamentos.
61. Bandos de ímpios me despojaram, mas eu não me esqueci da tua lei.
62. À meia noite me levantarei para te louvar, pelos teus justos juízos.
63. Companheiro sou de todos os que te temem e dos que guardam os teus preceitos.
64. A terra, ó SENHOR, está cheia da tua benignidade; ensina-me os teus estatutos.
65. Fizeste bem ao teu servo, SENHOR, segundo a tua palavra.
66. Ensina-me bom juízo e ciência, pois cri nos teus mandamentos.
67. Antes de ser afligido andava errado; mas agora tenho guardado a tua palavra.
68. Tu és bom e fazes bem; ensina-me os teus estatutos.
69. Os soberbos forjaram mentiras contra mim; mas eu com todo o meu coração guardarei os teus preceitos.
70. Engrossa-se-lhes o coração como gordura, mas eu me recreio na tua lei.
71. Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos.
72. Melhor é para mim a lei da tua boca do que milhares de ouro ou prata.
73. As tuas mãos me fizeram e me formaram; dá-me inteligência para entender os teus mandamentos.
74. Os que te temem alegraram-se quando me viram, porque tenho esperado na tua palavra.
75. Bem sei eu, ó SENHOR, que os teus juízos são justos, e que segundo a tua fidelidade me afligiste.
76. Sirva pois a tua benignidade para me consolar, segundo a palavra que deste ao teu servo.
77. Venham sobre mim as tuas misericórdias, para que viva, pois a tua lei é a minha delícia.
78. Confundam-se os soberbos, pois me trataram duma maneira perversa, sem causa; mas eu meditarei nos teus preceitos.
79. Voltem-se para mim os que te temem, e aqueles que têm conhecido os teus testemunhos.
80. Seja reto o meu coração nos teus estatutos, para que não seja confundido.
81. Desfalece a minha alma pela tua salvação, mas espero na tua palavra.
82. Os meus olhos desfalecem pela tua palavra; entrementes dizia: Quando me consolarás tu?
83. Pois estou como odre na fumaça; contudo não me esqueço dos teus estatutos.
84. Quantos serão os dias do teu servo? Quando me farás justiça contra os que me perseguem?
85. Os soberbos me cavaram covas, o que não é conforme a tua lei.
86. Todos os teus mandamentos são verdade. Com mentiras me perseguem; ajuda-me.
87. Quase que me têm consumido sobre a terra, mas eu não deixei os teus preceitos.
88. Vivifica-me segundo a tua benignidade; assim guardarei o testemunho da tua boca.
89. Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu.
90. A tua fidelidade dura de geração em geração; tu firmaste a terra, e ela permanece firme.
91. Eles continuam até ao dia de hoje, segundo as tuas ordenações; porque todos são teus servos.
92. Se a tua lei não fora toda a minha recreação, há muito que pereceria na minha aflição.
93. Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado.
94. Sou teu, salva-me; pois tenho buscado os teus preceitos.
95. Os ímpios me esperam para me destruírem, mas eu considerarei os teus testemunhos.
96. Tenho visto fim a toda a perfeição, mas o teu mandamento é amplíssimo.
97. Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia.
98. Tu, pelos teus mandamentos, me fazes mais sábio do que os meus inimigos; pois estão sempre comigo.
99. Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque os teus testemunhos são a minha meditação.
100. 0 Entendo mais do que os antigos; porque guardo os teus preceitos.
101. 1 Desviei os meus pés de todo caminho mau, para guardar a tua palavra.
102. 2 Não me apartei dos teus juízos, pois tu me ensinaste.
103. 3 Oh! quão doces são as tuas palavras ao meu paladar, mais doces do que o mel à minha boca.
104. 4 Pelos teus mandamentos alcancei entendimento; por isso odeio todo falso caminho.
105. 5 Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho.
106. 6 Jurei, e o cumprirei, que guardarei os teus justos juízos.
107. 7 Estou aflitíssimo; vivifica-me, ó SENHOR, segundo a tua palavra.
108. 8 Aceita, eu te rogo, as oferendas voluntárias da minha boca, ó SENHOR; ensina-me os teus juízos.
109. 9 A minha alma está de contínuo nas minhas mãos; todavia não me esqueço da tua lei.
110. 0 Os ímpios me armaram laço; contudo não me desviei dos teus preceitos.
111. 1 Os teus testemunhos tenho eu tomado por herança para sempre, pois são o gozo do meu coração.
112. 2 Inclinei o meu coração a guardar os teus estatutos, para sempre, até ao fim.
113. 3 Odeio os pensamentos vãos, mas amo a tua lei.
114. 4 Tu és o meu refúgio e o meu escudo; espero na tua palavra.
115. 5 Apartai-vos de mim, malfeitores, pois guardarei os mandamentos do meu Deus.
116. 6 Sustenta-me conforme a tua palavra, para que viva, e não me deixes envergonhado da minha esperança.
117. 7 Sustenta-me, e serei salvo, e de contínuo terei respeito aos teus estatutos.
118. 8 Tu tens pisado aos pés todos os que se desviam dos teus estatutos, pois o engano deles é falsidade.
119. 9 Tu tiraste da terra todos os ímpios, como a escória, por isso amo os teus testemunhos.
120. 0 O meu corpo se arrepiou com temor de ti, e temi os teus juízos.
121. 1 Fiz juízo e justiça; não me entregues aos meus opressores.
122. 2 Fica por fiador do teu servo para o bem; não deixes que os soberbos me oprimam.
123. 3 Os meus olhos desfaleceram pela tua salvação e pela promessa da tua justiça.
124. 4 Usa com o teu servo segundo a tua benignidade, e ensina-me os teus estatutos.
125. 5 Sou teu servo; dá-me inteligência, para entender os teus testemunhos.
126. 6 Já é tempo de operares, ó SENHOR, pois eles têm quebrantado a tua lei.
127. 7 Por isso amo os teus mandamentos mais do que o ouro, e ainda mais do que o ouro fino.
128. 8 Por isso estimo todos os teus preceitos acerca de tudo, como retos, e odeio toda falsa vereda.
129. 9 Maravilhosos são os teus testemunhos; portanto, a minha alma os guarda.
130. 0 A entrada das tuas palavras dá luz, dá entendimento aos símplices.
131. 1 Abri a minha boca, e respirei, pois que desejei os teus mandamentos.
132. 2 Olha para mim, e tem piedade de mim, conforme usas com os que amam o teu nome.
133. 3 Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.
134. 4 Livra-me da opressão do homem; assim guardarei os teus preceitos.
135. 5 Faze resplandecer o teu rosto sobre o teu servo, e ensina-me os teus estatutos.
136. 6 Rios de águas correm dos meus olhos, porque não guardam a tua lei.
137. 7 Justo és, ó SENHOR, e retos são os teus juízos.
138. 8 Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis.
139. 9 O meu zelo me consumiu, porque os meus inimigos se esqueceram da tua palavra.
140. 0 A tua palavra é muito pura; portanto, o teu servo a ama.
141. 1 Pequeno sou e desprezado, porém não me esqueço dos teus mandamentos.
142. 2 A tua justiça é uma justiça eterna, e a tua lei é a verdade.
143. 3 Aflição e angústia se apoderam de mim; contudo os teus mandamentos são o meu prazer.
144. 4 A justiça dos teus testemunhos é eterna; dá-me inteligência, e viverei.
145. 5 Clamei de todo o meu coração; escuta-me, SENHOR, e guardarei os teus estatutos.
146. 6 A ti te invoquei; salva-me, e guardarei os teus testemunhos.
147. 7 Antecipei o cair da noite, e clamei; esperei na tua palavra.
148. 8 Os meus olhos anteciparam as vigílias da noite, para meditar na tua palavra.
149. 9 Ouve a minha voz, segundo a tua benignidade; vivifica-me, ó SENHOR, segundo o teu juízo.
150. 0 Aproximam-se os que se dão a maus tratos; afastam-se da tua lei.
151. 1 Tu estás perto, ó SENHOR, e todos os teus mandamentos são a verdade.
152. 2 Acerca dos teus testemunhos soube, desde a antiguidade, que tu os fundaste para sempre.
153. 3 Olha para a minha aflição, e livra-me, pois não me esqueci da tua lei.
154. 4 Pleiteia a minha causa, e livra-me; vivifica-me segundo a tua palavra.
155. 5 A salvação está longe dos ímpios, pois não buscam os teus estatutos.
156. 6 Muitas são, ó SENHOR, as tuas misericórdias; vivifica-me segundo os teus juízos.
157. 7 Muitos são os meus perseguidores e os meus inimigos; mas não me desvio dos teus testemunhos.
158. 8 Vi os transgressores, e me afligi, porque não observam a tua palavra.
159. 9 Considera como amo os teus preceitos; vivifica-me, ó SENHOR, segundo a tua benignidade.
160. 0 A tua palavra é a verdade desde o princípio, e cada um dos teus juízos dura para sempre.
161. 1 Príncipes me perseguiram sem causa, mas o meu coração temeu a tua palavra.
162. 2 Folgo com a tua palavra, como aquele que acha um grande despojo.
163. 3 Abomino e odeio a mentira; mas amo a tua lei.
164. 4 Sete vezes no dia te louvo pelos juízos da tua justiça.
165. 5 Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.
166. 6 SENHOR, tenho esperado na tua salvação, e tenho cumprido os teus mandamentos.
167. 7 A minha alma tem observado os teus testemunhos; amo-os excessivamente.
168. 8 Tenho observado os teus preceitos, e os teus testemunhos, porque todos os meus caminhos estão diante de ti.
169. 9 Chegue a ti o meu clamor, ó SENHOR; dá-me entendimento conforme a tua palavra.
170. 0 Chegue a minha súplica perante a tua face; livra-me segundo a tua palavra.
171. 1 Os meus lábios proferiram o louvor, quando me ensinaste os teus estatutos.
172. 2 A minha língua falará da tua palavra, pois todos os teus mandamentos são justiça.
173. 3 Venha a tua mão socorrer-me, pois escolhi os teus preceitos.
174. 4 Tenho desejado a tua salvação, ó SENHOR; a tua lei é todo o meu prazer.
175. 5 Viva a minha alma, e louvar-te-á; ajudem-me os teus juízos.
176. 6 Desgarrei-me como a ovelha perdida; busca o teu servo, pois não me esqueci dos teus mandamentos.



domingo, 28 de setembro de 2014

P/REFLETIR: PLANTE O FUTURO


Plante o futuro

Um senhor já idoso amava muito as plantas. Todos os dias acordava bem cedo para cuidar de seu jardim. Fazia isso com tanto carinho e mantinha o jardim tão lindo que não havia quem não admirasse suas plantas e flores.
Certo dia resolveu plantar uma jabuticabeira. Enquanto fazia o serviço com toda  dedicação, aproximou-se dele um jovem que lhe perguntou:
- Que planta é essa que o senhor está cuidando?
- Acabo de plantar uma jabuticabeira! - respondeu.
- E quanto tempo ela demora para dar fruto? - indagou o jovem.
- Ah! Mais ou menos uns 15 anos - respondeu o velho.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? - questionou o rapaz.
- Não meu filho, provavelmente não comerei de seu fruto.
- Então, qual a vantagem de plantar uma árvore se o senhor não comerá de seu fruto O velho, olhando serenamente nos olhos do rapaz, respondeu:
- Nenhuma, meu filho, exceto a vantagem de saber que ninguém comeria jabuticaba se todos pensassem como você.
O rapaz, ouvindo aquilo, despediu-se do velho e saiu pensativo. Depois de caminhar um pouco, encontrou à sua frente uma árvore e parou para descansar à sua sombra.
De repente olhou para cima e percebeu que se tratava de uma jabuticabeira carregada de frutos maduros.
Pôde então saborear deliciosas jabuticabas. Enquanto comia, lembrou-se da sua conversa com o velho e refletiu: "Estou comendo esta jabuticaba porque alguém há 15 anos atrás plantou esta árvore.Talvez essa pessoa não esteja mais viva, mas seus frutos estão."O importante é plantar e saber que um dia alguém será beneficiado.

(Autor Desconhecido)

HUMOR


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

MENSAGEM DE REFLEXÃO: ABENÇOE


Abençoe

Não pergunte porque, e nem qual o motivo, pare uns minutos e abençoe.
Abençoe o dia, pois ele é a esperança de realizar seus sonhos.
Abençoe os familiares, pois são o seu alicerce, a base de sua vida.
Abençoe a condução, o seu carro, o ônibus, o metrô, o trem ou o barco, é como você pode se deslocar com rapidez.

Abençoe o clima; bendita chuva que limpa o ar e irriga a terra, bendito o sol que enche de vida o nosso planeta.
Abençoe os professores, que se dedicam a guiar nossos passos.
Abençoe os amigos, sem eles nós não caminhamos.
Abençoe os que nos odeiam, ou carregam inveja ou rancor, são eles que nos motivam a ser cada dia melhores.
Abençoe todos aqueles que duvidam de sua capacidade de realizar, serão a força para o seu sucesso.
Abençoe o alimento que chega até você, ele é fruto do trabalho de alguém, e vai saciar a sua fome.
Abençoe as dificuldades, elas são capazes de exercitar a sua capacidade de realizar.
Abençoe os que te criticam, serão as molas que te impulsionarão para o topo.
Abençoe os que te humilham, pobres infelizes que estão secos por dentro. Orai por eles.
Abençoe os que te caluniam, serão testemunhas da sua honestidade.
Abençoe os que se aproximam de você, e de um crédito a todos, até prova em contrário todos são dignos de confiança.
Abençoe os que te amam de verdade, é por eles que a vida vale a pena ser vivida.
Abençoe o tempo, valorize cada segundo da sua vida, o próximo minuto pode ser o seu minuto de glória, não o desperdice com lamentações.
Abençoe-se, você é a coisa mais importante para Deus neste momento.

(Paulo Roberto Gaefke)

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

P/REFLETIR: A CANOA


A CANOA

Em um largo rio de difícil travessia havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro...
Em uma das viagens, estavam um advogado e uma professora.
Como quem gosta de falar muito, o advogado perguntou ao barqueiro: 
- Companheiro, você entende de leis? 
- Não. - respondeu o barqueiro... 
E o advogado, compadecido: 
- É pena, você perdeu metade da vida! 
A professora, muito social, entrou na conversa: 
- "Seu" barqueiro, você sabe ler e escrever?
- Não, senhora. - respondeu. 
- Que pena! - disse a mestra - você perdeu metade da vida! 
De repente, uma onda bastante forte vira a canoa e o barqueiro preocupado, perguntou: 
- Vocês sabem nadar? 
- Não! - responderam eles rapidamente. 
- Que pena - concluiu o barqueiro - vocês estão prestes a perder as suas vidas... 
Com isso, a gente chega a uma importante e sábia conclusão:
Não há saber maior ou menor: Há saberes diferenciados! 
Aprenda com o talento das outras pessoas! 


Texto: (Paulo Freire - Educador)

PERNAMBUCANO ARRETADO: GUEL ARRAES


Miguel Arraes de Alencar Filho nasceu no dia 12 de dezembro de 1953, no Recife, Pernambuco. É filho do político Miguel Arraes (1916-2005), fundador do Partido Socialista Brasileiro e eleito vereador, deputado e três vezes governador do estado de Pernambuco. Com a cassação do pai pela ditadura militar em 1969, Guel Arraes foi com a família para o exílio na Argélia, onde morou por três anos.
Aos 18 anos, mudou-se para a França, onde se matriculou na Universidade de Paris. Ingressou no Comitê do Filme Etnográfico, dirigido pelo documentarista francês Jean Rouch. Nessa época, dirigiu quatro curtas e um filme de média-metragem, Barbais Palace, em parceria com Ricardo Lua. Também colaborou com o cineasta Jean-Luc Godard em um projeto sobre Moçambique, que pretendia registrar a formação da autoimagem de um povo recém libertado da colonização.
Voltou ao Brasil em 1980, aos 26 anos. Conheceu o ator Tarcísio Meira durante as filmagens de O Beijo no Asfalto (1981), de Bruno Barreto, no qual trabalhou como assistente de câmera. Por intermédio do ator, Guel Arraes foi apresentado ao diretor Paulo Ubiratan, da Globo, que o convidou para trabalhar na emissora. Foi contratado em 1981. Naquele ano, em seu primeiro trabalho em televisão, dividiu com Jorge Fernando, outro estreante, e com o veterano Roberto Talma a direção da novela Jogo da Vida (1981), de Silvio de Abreu.
Jogo da Vida foi a primeira de uma série de tramas nas quais Guel Arraes e Jorge Fernando trabalharam juntos durante a década de 1980. A carreira de sucesso levou os dois, anos depois, ao cargo de diretores de núcleo da Globo. Antes disso, em 1982, Guel Arraes dividiu com Jorge Fernando a codireção de Sétimo Sentido (1982), de Janete Clair, e em Sol de Verão (1982), de Manoel Carlos. Em 1983, os dois assinaram juntos, e sozinhos, pela primeira vez, a direção de Guerra dos Sexos (1983), de Silvio de Abreu. Em seguida, do mesmo autor, a dupla dirigiu Vereda Tropical (1984).


A partir de 1985, Guel Arraes começou a se dedicar a outros produtos da área de teledramaturgia. Naquele ano, convidado por Daniel Filho, dirigiu o seriado juvenil Armação Ilimitada, que mesclava comédia, aventura e a linguagem dos videoclipes. Escrito por Antonio Clamon, Euclydes Marinho, Patricya Travassos e Nelson Motta, o programa marcou o início de um novo formato que Guel Arraes implementaria na emissora.
Posteriormente, em 1988, foi um dos responsáveis pela criação e implementação do programa TV Pirata, que renovou o humor na Globo através da metalinguagem e de um elenco jovem, oriundo do teatro besteirol. A equipe de redatores era formada por Cláudio Paiva, Bussunda, Beto Silva, Cláudio Manoel, Hélio de La Peña, Hubert, Marcelo Madureira e Reinaldo, autores da revista Casseta Popular e do jornal Planeta Diário, com a colaboração do escritor Luis Fernando Verissimo. TV Pirata teve duas temporadas: a primeira, com exibições semanais, teve 100 episódios; a segunda, já integrando a faixa de programação Terça Nobre, teve 10 programas especiais, exibidos uma vez por mês.
Em 1991, Guel Arraes participou da criação do Programa Legal, ao lado de Regina Casé, Hermano Vianna e Hubert, que batizou a nova atração. O programa misturava humor e documentário, apresentando festas populares do Brasil, sob o comando de Regina Casé e Luiz Fernando Guimarães. Na mesma linha, entre 1995 e 1997, foi criado o Brasil Legal, também sob responsabilidade do núcleo de produção do diretor Guel Arraes.
Antes disso, Guel Arraes produziu alguns programas para a série Terça Nobre Especial, posteriormente chamada de Brasil Especial. Esses programas eram, em sua maioria, adaptações de clássicos da literatura e do teatro brasileiro, como O Mambembe, de Artur Azevedo, e O Alienista, de Machado de Assis. A partir de então, ao lado de Pedro Cardoso, Jorge Furtado e João Falcão, Guel Arraes começou a se dedicar também a escrever profissionalmente.
A série A Comédia da Vida Privada, exibida entre 1995 e 1997, com adaptações de textos de Luis Fernando Verissimo, refletia o modelo de televisão trabalhado pelo diretor: atraente pela densidade de significados e com acabamento artesanal minucioso, que abria espaço para a identificação inteligente com o espectador. Desde Armação Ilimitada, o modelo desses programas passou por uma evolução. O humor deixou de ser tratado em forma de esquetes, adotando mais o perfil da comédia e da dramaturgia. Logo em seguida, em 1997, estreou Vida ao Vivo Show, quadro exibido semanalmente no Fantástico, com apresentação de Luiz Fernando Guimarães e Pedro Cardoso.


Entre 1998 e 2000, o núcleo de produção do diretor Guel Arraes, no qual ele desempenha a função de autor, diretor e produtor, foi responsável por programas como o Muvuca, de Regina Casé, e o humorístico Casseta & Planeta, além da minissérie Dona Flor e seus Dois Maridos (1998), adaptada por Dias Gomes da obra de Jorge Amado.
Em 1999, ao lado de João e Adriana Falcão, Guel Arraes adaptou e dirigiu a primeira microssérie da Globo, O Auto da Compadecida, inspirada na peça escrita em 1955 por Ariano Suassuna. Filmada em película e exibida em quatro capítulos, a microssérie estrearia também no cinema em 2000, em uma versão especial com duas horas de duração. Guel Arraes, que já recebera o troféu de melhor série de TV em 2000 pela obra, recebeu o prêmio de melhor diretor no 2º Grande Prêmio Cinema Brasil, em 2001. No mesmo ano, o filme recebeu ainda o prêmio do júri popular no Festival de Cinema Brasileiro em Miami.
Ainda em 1999, o núcleo de produção Guel Arraes foi responsável pela segunda microssérie da emissora, Luna Caliente, também uma adaptação, desta vez de um romance do argentino Mempo Giardinelli. O texto coube aos roteiristas Giba Assis Brasil, Carlos Gerbase e Jorge Furtado, que também assinou a direção. Era a consolidação do projeto encampado pela Globo de reunir cinema e televisão. No ano seguinte, também ao lado de Jorge Furtado, Guel Arraes escreveu e dirigiu A Invenção do Brasil, microssérie produzida como parte das comemorações da emissora por ocasião dos 500 anos de descobrimento do Brasil. Parceiros há dez anos, Guel Arraes e Jorge Furtado se basearam nas obras de José de Alencar e Mário de Andrade e em um poema de Santa Rita Durão, de 1781. O título foi inspirado no prefácio do livro A Fundação do Brasil, de Darcy Ribeiro.
Guel Arraes é um dos responsáveis pela implementação do conceito de temporada, no qual os seriados são produzidos com um número pré-determinado de episódios, assim como ocorre na televisão americana. Desta forma, a partir de 2000, ele coordenou o projeto Brava Gente, que apresentou programas inspirados em contos ou peças curtas, adaptados e dirigidos por diversos autores e diretores. O núcleo de produção do diretor Guel Arraes também foi responsável pela segunda versão do seriado A Grande Família e pela criação do seriado Os Normais, estrelado por Luiz Fernando Guimarães e Fernanda Torres.
Guel Arraes foi autor, ao lado de Jorge Furtado, da minissérie Ó Paí Ó, de 2008, inspirada do filme de Monique Gardemberg. Os dois contaram com a contribuição dos atores do Bando de Teatro Olodum, que incrementaram os diálogos com improvisações. Guel Arraes voltou a trabalhar com Jorge Furtado no especial de fim de ano Decamerão, a Comédia do Sexo, de 2009, e no quadro A História de Amor, exibido no Fantástico em 2011. Em janeiro de 2011, foi ao ar na Globo a microssérie O Bem-Amado, versão para a televisão do filme dirigido por Guel Arraes que havia sido lançado em 2010. Guel Arraes foi ainda um dos autores do seriado A Mulher Invisível (2011), vencedor do 40° Emmy na categoria Melhor Comédia. 
Além da carreira de sucesso na televisão, Guel Arraes fez sua estreia no teatro em 1996, dirigindo com João Falcão a montagem de O Burguês Ridículo, de Molière, com Marco Nanini no papel principal. Em 2000, foi o responsável pela encenação de Lisbela e o Prisioneiro, de Osman Lins, já adaptado anteriormente para a televisão pelo próprio Guel Arraes, em 1993, e exibido na programação Terça Nobre Especial. Em 2003, a obra ganhou as telas de cinema sob a direção de Guel Arraes, com Marco Nanini, Selton Mello, Débora Falabella e grande elenco. 

[Depoimento concedido ao Memória Globo por Guel Arraes em 07/12/2001.]