sábado, 18 de abril de 2015

CURSOS E CONCURSOS

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O Ministério da Fazenda confirmou que o pedido feito pela Fazenda para 2015 foi de 3.500 vagas para os novos concursos da área administrativa do órgão planejados para este ano. Desse total, 3 mil são apenas para assistente técnico-administrativo, cargo que tem exigência apenas do ensino médio completo e dá direito a estabilidade e remuneração de R$3.671,82 por mês, já no início da carreira. As outras 500 vagas pedidas são para analista técnico-administrativo, de nível superior, com iniciais de R$4.884,02.
Enquanto o Ministério da Fazenda aguarda autorização do Planejamento para abrir concursos com no mínimo 5.500 vagas, os interessados já devem iniciar os estudos e se preparar para a seleção, que promete ser bastante concorrida. Especialistas garantem que, pelo fato de todos os concursos da Fazenda serem organizados pela Escola de Administração Fazendária (Esaf), o conteúdo programático e a estrutura das provas deverão ser praticamente os mesmos.
No concurso do ano passado, as provas foram sobre Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico, Conhecimentos de Informática, Atualidades, Gestão de Pessoas e do Atendimento ao Público, Ética do Servidor na Administração Pública, Administração Pública Brasileira e Regime Jurídico dos Agentes Públicos. No caso de analista, o último concurso, para 192 vagas, foi aberto em 2013, tendo sido admitida a formação superior em qualquer área para o ingresso no cargo.
Além da confirmação do pedido de autorização das 3.500 vagas (sendo 3 mil para ATA e 500 para Analista) o Ministério da Fazenda não divulgou informações específicas (cronograma, lotação, etc) sobre o novo certame. Importante salientar que o órgão realizou a nomeação da totalidade das vagas ofertadas no último certame de 2014 (1.026 ATA) bem antes do fim do prazo de homologação final do concurso (veja abaixo em “Nomeação dos aprovados”). Além do fato de São Paulo e DF terem ficado de fora do último concurso, pesa o fato do enorme défict apontado pelo Sindfazenda que aponta na necessidade de nomeações da ordem de 1.800 vagas por ano, para reverter a falta de mais de 9 mil servidores nos cargos.