sábado, 12 de novembro de 2016

RONALDO ÉSPER FALA NA RECORD QUE CLODOVIL FOI ASSASSINADO: "MEDO NENHUM"


Quem assistia ao "Hoje em Dia" na manhã desta quinta-feira (10), na Record, foi pego de surpresa por uma fala de Ronaldo Ésper, que durante quadro sobre o figurino dos famosos, bradou que Clodovil Hernandes foi assassinado em 2009, contestando a versão oficial: morte cerebral após um AVC (Acidente Vascular Cerebral).
O estilista disse que defende esta tese há algum tempo, exemplificando que já tinha falado o mesmo no programa de Gugu Liberato, da mesma emissora. Para ele, há indícios que precisam ser elucidados sobre o caso, já que ele não pode provar, ficando apenas por enquanto na dedução. 
"Isso já tinha sido falado no ano passado, também foi parar no Gugu, depois fui em outros três ou quatro programas. A advogada dele falou que ia me processar. Ela vai processar o quê? Eu sempre falo que não posso provar, é uma dedução. Agora você viu, os deputados querem diminuir o número de parlamentares, era projeto do Clodovil, e ele foi morto por causa disso, porque os deputados não queriam votar uma lei que uma bicha inteligente, como nós somos, maravilhosas, tivesse bolado...". 
Perguntado se teria medo de falar isso no ar em redes nacionais de TV, Ésper disse que não tem medo algum do que possa acontecer com ele: "Medo nenhum. Eu já chamei o Ministério Público, quem tem que tomar conta disso é o MP... A empregada do Clodovil é testemunha que o corpo foi removido e trazido de volta, que o boletim de ocorrência tinha sumido...". 
Enfático, Ésper foi direto para defender sua dedução e disse que o interesse político falou mais alto: "Havia um grande interesse de enterrar tudo isso, porque a coisa ia feder". 
Ele ainda analisou: "Um derrame cerebral sai sangue mas não afunda o crânio. A cena do crime foi toda modificada, a empregada sabe, todo mundo sabe. Cadê o dinheiro do Clodovil?".
E encerrou: "Há várias versões para a morte do Clodovil. Eu aceito a versão de um garoto de programa que foi usado por um político para matar ele".
Oficialmente, Clodovil Hernandes morreu em 17 de março de 2009, em decorrência de um AVC (Acidente Vascular Cerebral), que o deixou internado por alguns dias, constatando sua morte cerebral dias depois. Antes, ele já vinha tendo problemas de saúde, chegando a ter um princípio de infarto em 2007. 
Pouco antes de começar o quadro no "Hoje em Dia", César Filho deu uma notícia sobre a redução do número de deputados no Congresso Federal, que faz parte da reforma política discutida em Brasília. 
Alguns minutos depois, já no ar, Ronaldo Ésper estava com Renata Alves e Ticiane Pinheiro comentando um vestido da atriz e modelo Pâmela Anderson, quando, do nada, ele interrompeu tudo e disse que precisava comentar a notícia.
"Eu não posso deixar de falar sobre isso, porque diz respeito a minha profissão e a mim como cidadão. Desculpe diretor, mas é uma notícia muito legal" começou ele. "César, você deu uma notícia que você não percebeu, que é sobre a redução do número de componentes do congresso nacional. Você sabe de quem foi este projeto?", perguntou Ésper ao apresentador, que deu uma negativa. 
Então, o estilista respondeu dizendo que esse projeto era de Clodovil Hernandes, eleito deputado federal mais votado em 2006, morto em 2009, e finalizou com uma informação forte: "Você sabia que foi por causa deste projeto que Clodovil foi assassinado? Por causa desse projeto".
César Filho ficou chocado e, com cara de espanto, soltou: "O Clodovil foi assassinado?". 
"Esse projeto prova que Clodovil e nós estilistas não somos apenas fúteis. Agora todos eles vão levar os louros, mas foi por causa dele que Clodovil foi sacrificado", concluiu Ésper. Rapidamente, Ticiane mudou o curso da conversa e todos voltaram para o quadro.  

Fonte: Na Telinha